"Acaso não sabeis que os iníquos não hão de possuir o Reino de Deus? Não vos enganeis, nem os crapulosos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas... hão de possuir o reino de Deus." (I Coríntios, 6, 9-10)
Muita dona de casa aborrece-se porque o pó entra-lhe por toda parte e dificulta-lhe manter o asseio da casa. Pior do que o pó é a dor. Não há porta que possa vedar a entrada. Dores físicas, dores morais provenientes das imperfeições pessoais, das justaposições de naturezas dissemelhantes.
É o teu lar feliz e risonho? Cuidado! A felicidade chegando a certa plenitude já começa a tornar-se uma ameaça. O que importa é ter a alma preparada para os momentos dolorosos. A fortuna acabou, a pobreza tornou-se inquilina da casa, as doenças e as desinteligências chegaram de uma só vez, com bagagem e tudo - eis a hora para a esposa cristã e forte amparar o marido.
O marido, diante de tanto infortúnio, sucumbiu, já não é o mesmo homem. E justamente nessa hora nasceu a mulher, pois afirma o ditado "que o sofrimento mata o homem e faz nascer a mulher".
Cônsciente dessa missão, a esposa abafa as suas dores, põe nos lábios o sorriso que alegra e põe nas mãos as sedas que acariciam as chagas. Atira-se ao dever e não admite desânimos.
- Deus foi bom para comigo, disse-me um marido, rico outrora e falido agora. Minha senhora sujeitou-se sem queixas e sem desfalecimentos às exigências da derrocada. É a primeira a ajudar-me e por nada tolera que eu desanime.
Veio a dor a tua casa, "como visita misericordiosa"? A ti, leitora, compete fazer-lhe sala, com toda a elegância de cristã, com toda a fidalguia de filha de mártires. Para auxiliar o esposo, a esposa tem um programa definido. Com ele reparte as alegrias e acorda as energias adormecidas. Ei-lo:
Nas penas - assiste o marido.
Nos cuidados - aconselha-o.
Nos trabalhos - ajuda-o.
Nas doenças - dele cuida.
Nas tentações - ampara-o.
Tais eram os pensamentos de Deus, quando te conduziu ao altar como noiva de um cristão. Que miséria, quando o marido se põe a chorar histéricamente, e a mulher não se cansa de censurá-lo pelo que fez e pelo que deixa de fazer. No meio de tanta lágrima e tão grande torrente de palavras a felicidade roda como folha seca...
(Excertos do livro: Três chamas do lar, do Pe. Geraldo Pires de Souza)
ROMA, segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008 (ZENIT.org).- As mulheres contribuíram para fomentar o consumismo que as coisifica, e isto é resultado do pecado original, afirmou Helen Alvare em 9 de fevereiro passado, no congresso vaticano celebrado em Roma sobre «Mulher e homem, a totalidade do humanum».
Alvare foi porta-voz de questões relativas à vida humana da Conferência Episcopal dos Estados Unidos e é professora da Universidade Católica da América em Washington.
Dado nosso ambiente de consumismo desenfreado, «era quase inevitável que os seres humanos se convertessem no último produto de consumo – explicou Alvare. A beleza física das mulheres e sua complementaridade sexual com os homens as tornam especialmente desejáveis em uma economia comercial».
«Oscilam os números referentes ao dinheiro que se ganha com as imagens sexualizadas de mulheres. Estima-se que, como mínimo, hoje a indústria da pornografia tem um valor anual de 60 bilhões de dólares. Também se calcula que a pornografia atrai 40% de todos os usuários da internet nos Estados Unidos ao menos uma vez ao mês, 70% dos usuários da internet homens entre 18 e 34 anos, e a metade de todos os clientes de hotel», explicou Alvare.
Contudo, acrescentou, «o grau no qual as mulheres, individualmente e através de grupos organizados, assumiram sua própria coisificação como artigos de consumo é um aspecto especialmente preocupante de nossa atual situação».
Alvare acrescentou que «em sua série de conversas sobre a Teologia do Corpo, e na ‘Mulieris Dignitatem’, João Paulo II fala do efeito do pecado original sobre as mulheres. Repete as palavras que Deus ‘dirigiu à mulher’ após seu primeiro pecado: ‘Teu desejo se dirigirá para teu marido e ele te dominará’. Isto indica que a mulher desenvolve um desejo insaciável de uma união diferente. Não por uma relação de comunhão, mas uma ‘relação de possessão do outro como o objeto do próprio desejo’».
«Inclusive um observador leigo teria de concluir que a cooperação das mulheres, inclusive animando a coisificação de seus corpos hoje, parece uma moderna manifestação da inclinação que os católicos chamam de ‘pecado original’. As mulheres rebaixam a si mesmas perseguindo a crença de que isso as levará à união com um homem.»
«Isso não se limita à indústria pornográfica, nem à publicidade comercial, cinema ou televisão – sublinhou Alvare. As mulheres normais compram roupas desenhadas para destacar ou expor aquelas partes de seu corpo associadas ao sexo. Muitas mulheres com freqüência também se rebaixam com o que dizem ou expondo-se a meios que gradualmente as insensibilizam ante a proposta de que as mulheres são objeto de consumo belos e sexuais.»
«Um aspecto final preocupante da conivência das mulheres em sua própria coisificação – acrescentou Alvare – é a implicação de famosas deformações do feminismo que insistem em que estão marcando um ponto a favor das liberdades das mulheres, identificando liberdade com sexualidade incontrolada.»
«Por outro lado, pode se ver quão forte era a tentação das mulheres de romper com os papéis que lhes designavam antigamente», «mas esta resposta do feminismo era e continua sendo fundamentalmente defeituosa».
Este tipo de feminismo «se inspirou para as suas orientações nos piores aspectos da conduta masculina. De maneira que se animava a mulher feminista a ser uma criatura aventureira sexualmente, a desprezar o casamento e os filhos, guiada pelo dinheiro e pela carreira profissional – concluiu Alvare. O feminismo instava a mulher a imitar a versão masculina do pecado original – dominação – para conseguir igualdade e felicidade».
Quando Deus fez a mulher, já estava no seu sexto dia de trabalho de horas extras. Um anjo apareceu, apreciou e disse-lhe: “Por que pões tanto tempo nela?”.
E o Senhor contestou: “Viste a minha folha de especificações para ela?. Deve ser completamente lavável, mas não ser de plástico, ter mais de 200 peças amoviveis, todas substituiveis e ser capaz de funcionar com uma dieta de qualquer coisa e sobras, ter um regaço que possa acomodar quatro meninos ao mesmo tempo, ter um beijo que possa curar desde um joelho esmurrado até a um coração ferido – e fará tudo somente com as duas mãos.
O anjo ficou maravilhado com os requesitos. “Somente duas mãos... Impossivel! E é somente o modelo Standard? É demasiado trabalho para um dia... Espera até amanhã para terminá-la”.
Não o farei, protestou o Senhor. Estou tão perto de terminar esta criação que é a favorita do meu coração. Ela já se cura sozinha quando está doente e pode trabalhar 18 horas por dia. O anjo aproximou-se um pouco mais e tocou na mulher. “Mas a fizeste tão suave, senhor” “É suave”, disse Deus, “mas a fiz também forte. Não tens ideia do que ela pode aguentar ou conseguir”.
“Será capaz de pensar?” perguntou o anjo. Deus respondeu: “ Não somente será capaz de pensar, bem como raciocinar e de negociar”.
O anjo então notou algo, e esticando a mão tocou a face da mulher... “Senhor, parece que este modelotem uma fuga... eu disse-te que estavas tratando de colocar nela demasiadas coisas”.
“Isso não é nenhuma fuga... é uma lágrima” corrigiu o Senhor. “Para que é a lágrima?”, perguntou o anjo. E Deus disse: “As lágrimas são uma maneira de expressar sua felicidade, sua pena, seu desengano, seu amor, sua solidão, seu sofrimento, e seu orgulho.”.
Isto impressionou muito o anjo “És um génio, Senhor, pensaste em tudo. A mulher é veraddeiramente maravilhosa.”.
“Se é!! As mulheres tem forças que maravilham os homens. Aguentam dificuldades, levam grandes cargas, mas tem felicidade, amor e alegria. Sorriem quando querem gritar. Cantam quando querem chorar. Choram quando estão felizes e riem quando estão nervosas. Lutam pelo que acreditam. Enfrentam a injustiça. Não aceitam “não” por resposta quando elas acreditam que há uma solução melhor. Privam-se para que a sua familia possa ter. Vão ao médico com uma amiga que tem medo de ir. Amam incondicionalmente. Choram quado os seus filhos triunfam e se alegram quando suas amizades conseguem prémios. São felizes quando escutam sobre um nascimento ou um casamento
E Deus adiantou: “Seu coração fica desfeito quando morre uma amiga. Sofrem com a perca de um ente querido, sem embargo são fortes quando pensam que já não há mais força. Sabem que um beijo e um abraço podem ajudar a curar um coração ferido. A mulher vem em todos os tamanhos, em todas as cores e em todas as figuras. Vão a manejar, voar, caminhar, correr ou mandar-te uma mensagem electrónica para mostrar-te o quanto lhe és importante. O coração das mulheres é o que mantém o mundo em movimento. Trazem felicidade e esperança. Tem compaixão e ideais. Dão apoio moral á sua familia e amizades. As mulheres tem coisas vitais que dizer e tudo para dar.”.
Finalmente o Senhor parou pensativo e acrescentou: “Sem embargo, há um defeito na mulher: É que ela se esquece o quanto vale!”.
Este texto e esta imagem foram tirados do blog http://catolicidad-catolicidad.blogspot.com, e feita a tradução.